
Um velhinho de 72 anos estava passeando de carro quando avistou uma praia de nudismo. Curioso, resolveu dar uma olhada. Na portaria, um rapaz foi explicando muito gentilmente:
- Meu senhor, essa praia de nudismo é o paraíso da liberação sexual! O senhor vai se sentir na Suécia! Aqui se pode fazer o que quiser, sexo oral, anal, grupal, sado-masoquismo, etc... Tudo isso por apenas R$ 15,00.
O velhinho ficou entusiasmado, pagou o ingresso, tirou a roupa e ainda não tinha andado cem metros quando avistou uma loira deslumbrante deitada na areia, tomando sol. Parou próximo da diva e ficou admirando aquela maravilha da natureza. Logo sentiu sua jeba espreguiçando-se e começando a levantar.
- Tá afim, vovô? - disse a moça ao ver o mastro duro. - Vem cá!
O velhinho pulou em cima da moça e logo se satisfez. Dez minutos depois estava novamente passeando pela praia e de repente soltou um peido.
- Tá afim, vovô? - disse um rapaz que estava passando por ele. derrubou-o no chão e meteu-lhe a vara.
Assim que o rapaz foi embora o velhinho correu em direcção à saída.
- Que foi, vovô? - interpelou o porteiro. - Não gostou da nossa praia?
- De que jeito? Se eu só fico de pau duro uma vez por mês e peido de dez em dez minutos!!
Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:
- A que é que se deve a sua idade tão avançada?
- Método, meu filho... Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.
O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:
- Sempre evitei as mulheres, meu jovem!
A seguir pergunta a outro:
- Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.
A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:
- Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
- Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais...
- Então, e quantos anos é que tem?
- Trinta e dois.
Estava um velhote de gatas a olhar para o chão, chega uma pessoa ao pé dele e pergunta-lhe:
- O senhor perdeu alguma coisa?
- Perdi sim, um caramelo.
- Então e o senhor está aqui de gatas há tanto tempo por causa de um caramelo, que importância pode ter um caramelo?
- É que este tem os meus dentes agarrados!...
Chega o filho da Inglaterra e pergunta a mãe, senhora um bocado surda:
- Ó filho, de onde vens?
- Venho da Inglaterra. - diz o filho.
- De debaixo da terra! Ai, louvado seja Deus!...
Ó filho, o que é que tu lá comes?
- Como presunto. - diz o filho.
- Ossos de defunto! Ai, louvado seja Deus!...
Ó filho, o que é que tu lá bebes?
- Bebo cerveja. - diz o filho.
- Do que a gente 'meja'! Ai, louvado seja Deus!...
Uma velhota farta de viver, pergunta a uma amiga qual seria a maneira mais rápida e menos dolorosa de morrer. A amiga, apesar de ser contra o suicídio, diz-lhe que se ela disparasse um palmo abaixo do seio esquerdo, morreria rápido e sem dor.
A velhota assim o fez.
Lê-se no outro dia no jornal:
"Velhinha suicida-se dando um tiro no joelho!"
Uma velhota decidiu-se suicidar. Para isso pôs-se de pernas abertas na linha do combóio.
Lê-se no outro dia no jornal:
"Combóio desaparece misteriosamente na linha de Sintra!"
Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte. Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado. Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:
- Olha para isto Emengarda! Não há justiça no Mundo! Aos dez anos eu tinha medo disto; aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto; aos trinta anos eu gozei-o; aos quarenta eu perdi-o; aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto; aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto; aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto; e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!
Uma velhinha foi às Caldas da Rainha, e quando lá ia levava sempre uns rebuçadinhos para casa. Nisto ela vê uma série de meninas numa fila para a casa das meninas para ir à revista. Pergunta a velha a uma das meninas:
- Olhe desculpe! As meninas estão aqui na bichinha para os rebuçadinhos?
E a menina, malandra, responde:
- Estamos sim! Meta-se na bicha!...
A velha meteu-se na bicha e quando chegou à sua vez, o doutor, ao ver a velha diz-lhe:
- A senhora com essa idade?! Não tem vergonha?!
- Então porquê, senhor doutor? Não os posso roer mas chupo-os!...
Quando fizeram 50 anos de casados, ela pediu ao marido para irem passar a noite do aniversário no mesmo hotel onde haviam passado a noite de núpcias. Ele concordou e foram. Ela quis jantar no quarto, o mesmo da noite de núpcias, e ele acedeu. Ao jantar ela pôs-se à vontade e a certa altura diz ao marido, debruçando-se:
- Ai, filho! Sinto um calor no peito, como senti à 50 anos, aqui, neste mesmo sítio...
- Então... vê lá se tiras as mamas de dentro da sopa.
Uma velhota vai no autocarro e, de repente, começa a gritar:
- Ai, a minha bolinha! Onde é que está a minha bolinha! Caiu-me aqui e não a vejo! Ai, a minha rica bolinha!
Toda aquela gente se põe à procura da bolinha, desviando os pés, procurando no chão, olhando debaixo dos bancos, todos a quererem ajudar a velhinha a encontrar a sua bolinha.
A certa altura a velhinha mete o dedo no nariz, saca um macaco, começa a enrolá-lo com os dedos, e diz, tranquilamente:
- Deixem lá. Não faz mal. Eu faço outra.
O velhinho está a chorar, sentado à porta. Um homem pergunta-lhe, condoído:
- Tiozinho: porque está a chorar?
- Foi o meu pai que me bateu - responde o velho lamuriando.
- O seu pai !? - diz o homem admirado.
- Ainda tem pai??
- Pois tenho. Está ali para dentro.
- Mas...quantos anos tem?
- Eu? Já passei dos 100.
Desconfiado, o homem entra na casita e encara com um homem que, realmente, parecia ser mais idoso do que o outro, e pergunta-lhe:
- É verdade que o senhor bateu no seu filho?
- Pois é. Mandei-o embalar o avô, que está ali no berço. Ele não foi... apanhou porrada!
Estava um velhinho a pedir juntamente com o seu cão. Atrás deles tinha uma placa que dizia: "Dê uma esmola ao ceguinho!". As pessoas que passavam tinham pena da cena e davam-lhe dinheiro.
Um ladrão que andava por ali, ao ver o chapéu do velhinho recheado de dinheiro decidiu arriscar a sua sorte. Mas, ao pôr a mão no chapéu do homenzinho, este pega na sua bengala e acerta na mão do ladrão. Este grita:
- Ai! Mas o senhor não é ceguinho?!
- Não! Cego é o cão! - responde o velhinho.
No dia em que o Manel fez 18 anos o pai dá-lhe 10 contos para ele "ir" às "meninas". Ía o Manel na rua quando encontra a avó:
- Olá Manelito, onde vais?
- Oi! Vou às meninas, o pai deu-me 10 contos!
- O Quê? Vais gastar 10 contos em meninas? Anda cá que eu faço-te o serviço de graça.
E assim foi... Chega o Manel a casa e pergunta o pai:
- Então Manel, como é que foi?
- Olha, encontrei a avó no caminho e ela fez-me o seviço de graça.
- Oh seu cabrão, então tu "foste" à minha mãe?
- Porquê? Tu não vais à minha?
Uma velhota chega à cidade com uma cesta cheia de pintainhos!
Dirige-se a um prédio e fala com o porteiro:
V- Bom dia, eu queria comprar este prédio.
P- A senhora desculpa, mas estes andares estão todos vendidos e os donos não querem vender!
A velha desiste e vai até ao centro comercial Brasília.
Vira-se para o securitas.
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.
S- Oh minha senhora, este edifício não está à venda, e as lojas estão todas ocupadas.
Mais uma vez a velha desiste e dirige-se ao edifício da Câmara.
Fala com a recepcionista:
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.
R- O minha senhora, este edifício é da Câmara, e não está à venda. De qualquer maneira onde é que a senhora tinha dinheiro para comprar este edifício!
V- Ai não que não tinha!
R- Ai sim, então explique lá como é que tinha!
V- Pois saiba que a minha filha escreveu lá para a terra a dizer que tinha vendido o pito, e que tinha comprado um apartamento, daí que eu com estes pitos todos posso muito bem comprar este edifício
Por altura do aniversario da Avó o neto deu-lhe como presente uma balança de cozinha; e diz:
- Ó Vó se calhar vocemecê não sabe como é que isto funciona ?
Ao que a Avó lhe responde toda indignada:
- Antão nã sei, olhem qu'esta ! Não se está mesmo a ver q'agora marca mê-dia !
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