Anedotas curtas,longas,sobre aletejanos,do jõazinho,de bebedos,sobre loiras, sobre tudo e mais alguma coisa...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Sobre Velhos


Um velhinho de 72 anos estava passeando de carro quando avistou uma praia de nudismo. Curioso, resolveu dar uma olhada. Na portaria, um rapaz foi explicando muito gentilmente:
- Meu senhor, essa praia de nudismo é o paraíso da liberação sexual! O senhor vai se sentir na Suécia! Aqui se pode fazer o que quiser, sexo oral, anal, grupal, sado-masoquismo, etc... Tudo isso por apenas R$ 15,00.
O velhinho ficou entusiasmado, pagou o ingresso, tirou a roupa e ainda não tinha andado cem metros quando avistou uma loira deslumbrante deitada na areia, tomando sol. Parou próximo da diva e ficou admirando aquela maravilha da natureza. Logo sentiu sua jeba espreguiçando-se e começando a levantar.
- Tá afim, vovô? - disse a moça ao ver o mastro duro. - Vem cá!
O velhinho pulou em cima da moça e logo se satisfez. Dez minutos depois estava novamente passeando pela praia e de repente soltou um peido.
- Tá afim, vovô? - disse um rapaz que estava passando por ele. derrubou-o no chão e meteu-lhe a vara.
Assim que o rapaz foi embora o velhinho correu em direcção à saída.
- Que foi, vovô? - interpelou o porteiro. - Não gostou da nossa praia?
- De que jeito? Se eu só fico de pau duro uma vez por mês e peido de dez em dez minutos!!

Um jornalista foi fazer uma reportagem a um asilo de velhos e pergunta a um velhote que estava sentado:
- A que é que se deve a sua idade tão avançada?
- Método, meu filho... Sempre tive uma hora certa para me deitar e para me levantar. O nosso organismo é uma máquina que precisa de método e horário.
O jornalista foi ter com outro e faz-lhe a mesma pergunta, ao que o velho responde:
- Sempre evitei as mulheres, meu jovem!
A seguir pergunta a outro:
- Eu nunca fumei, nunca bebi nem tive vícios de qualquer espécie.
A seguir o jornalista descobre o mais velho, o mais acabado, o mais enrugado de todos e muito admirado pergunta:
- Então, e o senhor, a que deve essa longevidade? Nunca teve vícios, festas ou mulheres?
- Qual quê! Eu nunca tive horário para nada, muita borga, copos, fumava três maços de tabaco por dia, jogo, mulheres com força, noites e noites sem dormir, eu sei lá que mais...
- Então, e quantos anos é que tem?
- Trinta e dois.

Estava um velhote de gatas a olhar para o chão, chega uma pessoa ao pé dele e pergunta-lhe:
- O senhor perdeu alguma coisa?
- Perdi sim, um caramelo.
- Então e o senhor está aqui de gatas há tanto tempo por causa de um caramelo, que importância pode ter um caramelo?
- É que este tem os meus dentes agarrados!...

Chega o filho da Inglaterra e pergunta a mãe, senhora um bocado surda:
- Ó filho, de onde vens?
- Venho da Inglaterra. - diz o filho.
- De debaixo da terra! Ai, louvado seja Deus!...
Ó filho, o que é que tu lá comes?
- Como presunto. - diz o filho.
- Ossos de defunto! Ai, louvado seja Deus!...
Ó filho, o que é que tu lá bebes?
- Bebo cerveja. - diz o filho.
- Do que a gente 'meja'! Ai, louvado seja Deus!...

Uma velhota farta de viver, pergunta a uma amiga qual seria a maneira mais rápida e menos dolorosa de morrer. A amiga, apesar de ser contra o suicídio, diz-lhe que se ela disparasse um palmo abaixo do seio esquerdo, morreria rápido e sem dor.
A velhota assim o fez.
Lê-se no outro dia no jornal:
"Velhinha suicida-se dando um tiro no joelho!"

Uma velhota decidiu-se suicidar. Para isso pôs-se de pernas abertas na linha do combóio.
Lê-se no outro dia no jornal:
"Combóio desaparece misteriosamente na linha de Sintra!"

Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte. Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado. Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:
- Olha para isto Emengarda! Não há justiça no Mundo! Aos dez anos eu tinha medo disto; aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto; aos trinta anos eu gozei-o; aos quarenta eu perdi-o; aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto; aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto; aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto; e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!

Uma velhinha foi às Caldas da Rainha, e quando lá ia levava sempre uns rebuçadinhos para casa. Nisto ela vê uma série de meninas numa fila para a casa das meninas para ir à revista. Pergunta a velha a uma das meninas:
- Olhe desculpe! As meninas estão aqui na bichinha para os rebuçadinhos?
E a menina, malandra, responde:
- Estamos sim! Meta-se na bicha!...
A velha meteu-se na bicha e quando chegou à sua vez, o doutor, ao ver a velha diz-lhe:
- A senhora com essa idade?! Não tem vergonha?!
- Então porquê, senhor doutor? Não os posso roer mas chupo-os!...

Quando fizeram 50 anos de casados, ela pediu ao marido para irem passar a noite do aniversário no mesmo hotel onde haviam passado a noite de núpcias. Ele concordou e foram. Ela quis jantar no quarto, o mesmo da noite de núpcias, e ele acedeu. Ao jantar ela pôs-se à vontade e a certa altura diz ao marido, debruçando-se:
- Ai, filho! Sinto um calor no peito, como senti à 50 anos, aqui, neste mesmo sítio...
- Então... vê lá se tiras as mamas de dentro da sopa.

Uma velhota vai no autocarro e, de repente, começa a gritar:
- Ai, a minha bolinha! Onde é que está a minha bolinha! Caiu-me aqui e não a vejo! Ai, a minha rica bolinha!
Toda aquela gente se põe à procura da bolinha, desviando os pés, procurando no chão, olhando debaixo dos bancos, todos a quererem ajudar a velhinha a encontrar a sua bolinha.
A certa altura a velhinha mete o dedo no nariz, saca um macaco, começa a enrolá-lo com os dedos, e diz, tranquilamente:
- Deixem lá. Não faz mal. Eu faço outra.

O velhinho está a chorar, sentado à porta. Um homem pergunta-lhe, condoído:
- Tiozinho: porque está a chorar?
- Foi o meu pai que me bateu - responde o velho lamuriando.
- O seu pai !? - diz o homem admirado.
- Ainda tem pai??
- Pois tenho. Está ali para dentro.
- Mas...quantos anos tem?
- Eu? Já passei dos 100.
Desconfiado, o homem entra na casita e encara com um homem que, realmente, parecia ser mais idoso do que o outro, e pergunta-lhe:
- É verdade que o senhor bateu no seu filho?
- Pois é. Mandei-o embalar o avô, que está ali no berço. Ele não foi... apanhou porrada!

Estava um velhinho a pedir juntamente com o seu cão. Atrás deles tinha uma placa que dizia: "Dê uma esmola ao ceguinho!". As pessoas que passavam tinham pena da cena e davam-lhe dinheiro.
Um ladrão que andava por ali, ao ver o chapéu do velhinho recheado de dinheiro decidiu arriscar a sua sorte. Mas, ao pôr a mão no chapéu do homenzinho, este pega na sua bengala e acerta na mão do ladrão. Este grita:
- Ai! Mas o senhor não é ceguinho?!
- Não! Cego é o cão! - responde o velhinho.

No dia em que o Manel fez 18 anos o pai dá-lhe 10 contos para ele "ir" às "meninas". Ía o Manel na rua quando encontra a avó:
- Olá Manelito, onde vais?
- Oi! Vou às meninas, o pai deu-me 10 contos!
- O Quê? Vais gastar 10 contos em meninas? Anda cá que eu faço-te o serviço de graça.
E assim foi... Chega o Manel a casa e pergunta o pai:
- Então Manel, como é que foi?
- Olha, encontrei a avó no caminho e ela fez-me o seviço de graça.
- Oh seu cabrão, então tu "foste" à minha mãe?
- Porquê? Tu não vais à minha?

Uma velhota chega à cidade com uma cesta cheia de pintainhos!
Dirige-se a um prédio e fala com o porteiro:
V- Bom dia, eu queria comprar este prédio.
P- A senhora desculpa, mas estes andares estão todos vendidos e os donos não querem vender!
A velha desiste e vai até ao centro comercial Brasília.
Vira-se para o securitas.
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.
S- Oh minha senhora, este edifício não está à venda, e as lojas estão todas ocupadas.
Mais uma vez a velha desiste e dirige-se ao edifício da Câmara.
Fala com a recepcionista:
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.
R- O minha senhora, este edifício é da Câmara, e não está à venda. De qualquer maneira onde é que a senhora tinha dinheiro para comprar este edifício!
V- Ai não que não tinha!
R- Ai sim, então explique lá como é que tinha!
V- Pois saiba que a minha filha escreveu lá para a terra a dizer que tinha vendido o pito, e que tinha comprado um apartamento, daí que eu com estes pitos todos posso muito bem comprar este edifício

Por altura do aniversario da Avó o neto deu-lhe como presente uma balança de cozinha; e diz:
- Ó Vó se calhar vocemecê não sabe como é que isto funciona ?
Ao que a Avó lhe responde toda indignada:
- Antão nã sei, olhem qu'esta ! Não se está mesmo a ver q'agora marca mê-dia !

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